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	<title>Sem categoria Arquivos - Cowork Lab - Business Centers</title>
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	<description>Reinventamos a Forma de Trabalhar em Maputo e Oeiras</description>
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	<title>Sem categoria Arquivos - Cowork Lab - Business Centers</title>
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		<title>As Soft Skills mais valorizadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 14:36:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O período que actualmente atravessamos é um exemplo claro de transformações profundas no mercado de trabalho. O desenvolvimento tecnológico e outros factores externos, tal como vimos com a pandemia da Covid-19, são elementos mais que evidentes para demonstrar essa disrupção. Devido a essas transformações, novos desafios acresceram-se aos colaboradores e, sobretudo, às equipas de trabalho.&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O período que actualmente atravessamos é um exemplo claro de transformações profundas no mercado de trabalho. O desenvolvimento tecnológico e outros factores externos, tal como vimos com a pandemia da Covid-19, são elementos mais que evidentes para demonstrar essa disrupção. Devido a essas transformações, novos desafios acresceram-se aos colaboradores e, sobretudo, às equipas de trabalho. Esses desafios são relacionados com a <strong>valorização de competências individuais</strong> que agreguem valor para a empresa ou para a profissão do indivíduo: as chamados<strong> soft skills</strong>. Com um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, os colaboradores que demonstrem ter uma boa combinação de competências técnicas e das <strong>soft skills mais valorizadas </strong>geralmente têm uma <a href="https://coworklab.net/profissoes-para-trabalhar-remotamente/">demanda maior pelos seus serviços</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas o que são exactamente as soft skills?</strong></h2>



<p>Soft skills referem-se aos traços de personalidade ou habilidades necessárias para se ter sucesso no local de trabalho. Elas são <strong>uma espécie de valor acrescentado que cada indivíduo detém e que podem imprimir algum dinamismo e maior confiança no sector laboral</strong>. Essas habilidades <strong>não implicam necessariamente os conhecimentos técnicos</strong>, mas tão só as capacidades comportamentais de cada um. Por exemplo, ter um bom relacionamento interpessoal e saber como gerir o tempo são disso exemplos e figuram entre as soft skills mais valorizadas. Estas habilidades embora pareçam naturais e inerentes a cada um, podem ser aprendidas ou aperfeiçoadas com o tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que são tão importantes no mercado de trabalho?</strong></h2>



<p>Os funcionários com habilidades interpessoais essenciais geralmente destacam-se dos outros e podem acrescentar dinamismo na gestão do dia-a-dia da<a href="https://coworklab.net/aceleracao-e-incubacao-de-empresas/"> empresa</a> ou podem ser mais competentes a executar tarefas. Possuir fortes habilidades de comunicação, por exemplo, PODE indicar que o trabalhador tem melhores possibilidades de construir relacionamentos saudáveis com os clientes ou com outros colaboradores. Sem mencionar que indivíduos com habilidades de liderança são mais capazes de encontrar soluções para os desafios que a empresa apresente. Deste modo, <strong>treinar essas habilidades ou competências torna os trabalhadores mais hábeis e eficazes na obtenção de melhores resultados.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quais são as soft skills mais valorizadas no mercado de trabalho?</strong></h2>



<p>Quando se trata de procurar um emprego ou preencher uma posição numa empresa, nenhuma das habilidades interpessoais deve ser subestimada. No entanto, as circunstâncias reais inerentes a um posto específico de trabalho podem exigir algumas habilidades mais do que outras. Mesmo assim, existem soft skills mais valorizadas que outras e que, portanto, qualquer colaborador deve procurar desenvolver, sobretudo neste mercado em rápida e constante transformação.</p>



<p><strong>Flexibilidade e Adaptabilidade</strong></p>



<p>Com um mundo em constante mudança, a flexibilidade e a adaptabilidade ao meio tornaram-se nas habilidades interpessoais mais exigidas no mercado de trabalho. Mesmo numa empresa ou projecto, nem sempre as coisas correm como planeado, pelo que é de extrema importância que os colaboradores saibam como reagir no momento certo e como se adaptar a novas ideias e soluções. Os <strong>colaboradores mais bem-sucedidos são aqueles que sabem agir em situações imprevistas e diante de desafios</strong>, para além de ter uma visão mais alargada e aberta quando se trata de abordagens e pensamento.</p>



<p><strong>Responsabilidade</strong></p>



<p>A responsabilidade é uma habilidade interpessoal muito importante e muito exigida, sobretudo quando se trata de uma situação de trabalho em equipa, uma vez que a responsabilidade é a <strong>chave para permitir que os membros da equipa confiem uns nos outros</strong>. Qualidades como disciplina, confiabilidade, motivação e esmero ou concentração na execução de tarefas demonstram a responsabilidade de um indivíduo. Assumir a responsabilidade significa que o colaborador está disposto a dar tudo de si pelos objectivos gerais da empresa e também a tomar iniciativas para se aprimorar, assumir possíveis erros e lutar pelo sucesso comum.</p>



<p><strong>Habilidades de comunicação</strong></p>



<p>Uma boa habilidade de comunicação sempre é um dado adquirido. Isto significa que é preciso estabelecer um esforço para que a comunicação esteja sempre adaptada ao conteúdo, ao interlocutor e a outras circunstâncias, de modo a não criar interferências ou mal-entendidos. É necessário cuidar para que a <strong>comunicação seja estabelecida de forma clara e construtiva</strong>, especialmente dentro de uma equipa onde saber como articular efectivamente os pensamentos é crucial. É importante lembrar que parte da boa comunicação é a capacidade de ouvir atentamente os interlocutores.</p>



<p><strong>Mentalidade de crescimento</strong></p>



<p>Mais do que nunca é necessário adaptar-se às mudanças no mercado de trabalho como um todo e na própria empresa, razão pela qual o mindset de crescimento se destaca entre as soft skills desejadas. O que isso realmente significa? A <strong>mentalidade de crescimento é um conceito sobre motivar os indivíduos a melhorar e alcançar marcos, aprendendo constantemente novas habilidades e adaptando-se às circunstâncias em mudança</strong>. Em equipa, o mindset de crescimento leva a soluções mais rápidas e inovadoras e cria um ambiente estimulante para o crescimento geral de todos os envolvidos no processo.</p>



<p><strong>Observação crítica</strong></p>



<p>A observação crítica significa a capacidade de analisar e interpretar adequadamente os factos ou as situações. Num contexto de ambiente de trabalho, um <strong>funcionário com a habilidade de observação crítica ajuda a trazer novas perspectivas, uma vez que oferece novas soluções e ideias e ajuda a melhorar os processos internos</strong>. Só quem tem observação crítica nota a existência de padrões estabelecidos que podem ser ajustados e melhorados quando necessário. Por exemplo, os pontos onde desvios ou erros ocorrem com mais frequência, os horários apropriados do dia ou da semana para tarefas individuais, os aspectos mais fortes de competência de membros individuais da equipa, entre outros.</p>



<p><strong>Leia também: </strong><a href="https://coworklab.net/burnout-o-que-e-como-prevenir/">Burnout: o que é e como prevenir?</a></p>



<p><strong>Inteligência emocional</strong></p>



<p>A inteligência emocional é uma habilidade cada vez mais importante no mercado de trabalho. Ela representa a <strong>capacidade de perceber, processar e reagir adequadamente às emoções dos outros</strong>. Uma inteligência emocional bem desenvolvida é particularmente crucial em situações de conflito, pois a abordagem correcta pode contribuir para uma relação de trabalho melhor, mais saudável e mais cooperativa entre os funcionários. Também o ajuda a pensar de forma calma e sóbria e a encontrar soluções construtivas para os desafios futuros. Em situações estressantes, a inteligência emocional é uma das chaves que pode ajudar toda a equipa a trabalhar com mais tranquilidade e sucesso, além de gerar mais confiança entre os membros da equipa e dentro da empresa a longo prazo.</p>



<p><strong>Automotivação</strong></p>



<p>Uma equipa de trabalho funciona melhor e com mais sucesso quando o indivíduo é auto-motivado e não requer supervisão, pois ele realiza todas as tarefas por sua própria iniciativa e dentro do prazo estabelecido. A <strong>automotivação também está bastante relacionada à confiança e ao comprometimento com a equipa</strong>, portanto, essa é certamente uma das soft skills que vale a pena desenvolver e cultivar. Entretanto, não basta que o profissional trabalhe por si mesmo, mas o ambiente de trabalho também deve oferecer um espaço adequado para o crescimento e o desenvolvimento do seu potencial como um todo.</p>



<p><strong>CONCLUSÃO</strong></p>



<p>Como visto, as soft skills são as habilidades interpessoais que permitem ao indivíduo ter um valor acrescentado dentro do mercado de trabalho. Entretanto, elas devem ser acompanhadas pelo saber fazer e pelas competências técnicas de modo a tornar o colaborador mais valorizado e respeitado dentro do local de trabalho. A melhor maneira de desenvolver soft skills é provavelmente uma combinação das formas antigas e novas. A experiência de trabalho sempre será o melhor professor, mas complementá-la com o desenvolvimento pessoal por conta própria com os recursos e ferramentas que melhor se adaptam aos seus estilos de aprendizagem pode ajudar o indivíduo a crescer mais rapidamente.</p>



<p><strong>Leia também:</strong> <a href="https://coworklab.net/profissoes-para-trabalhar-remotamente/">As melhores profissões para trabalhar remotamente</a></p>



<h4 class="wp-block-heading">FAQ&#8217;s</h4>



<div class="schema-faq wp-block-yoast-faq-block"><div class="schema-faq-section" id="faq-question-1771511742929"><strong class="schema-faq-question">O que são soft skills?</strong> <p class="schema-faq-answer">As soft skills referem-se a habilidades comportamentais e traços de personalidade que influenciam a forma como nos relacionamos com outras pessoas e como respondemos a desafios no trabalho. Elas indicam, muitas, vezes, a forma como comunicamos, colaboramos, resolvemos problemas ou nos adaptamos a mudanças no ambiente profissional.</p> </div> <div class="schema-faq-section" id="faq-question-1771511761827"><strong class="schema-faq-question">Por que as soft skills são importantes no mercado de trabalho actual?</strong> <p class="schema-faq-answer">Num ambiente de trabalho em constante transformação, os profissionais com boas soft skills tendem a ser mais eficazes e produtivos, porque conseguem colaborar melhor em equipa, comunicar com clareza, adaptar-se às mudanças e resolver problemas de forma construtiva. Isso faz com que se destaquem e sejam mais procurados pelos empregadores.</p> </div> <div class="schema-faq-section" id="faq-question-1771511770213"><strong class="schema-faq-question">Quais são algumas das soft skills mais valorizadas pelas empresas?</strong> <p class="schema-faq-answer">Algumas das habilidades interpessoais mais valorizadas incluem flexibilidade e adaptabilidade, responsabilidade, boa comunicação, mentalidade de crescimento e observação crítica para solucionar problemas de forma eficiente.</p> </div> <div class="schema-faq-section" id="faq-question-1771511778885"><strong class="schema-faq-question">De que forma a inteligência emocional encaixa-se nas soft skills?</strong> <p class="schema-faq-answer">A inteligência emocional ajuda a perceber, entender e gerir as próprias emoções e as dos outros. Isso é essencial para resolver conflitos, construir relações de confiança e manter um ambiente de trabalho colaborativo e equilibrado.</p> </div> <div class="schema-faq-section" id="faq-question-1771511790071"><strong class="schema-faq-question">As soft skills podem ser desenvolvidas ou são apenas características naturais?</strong> <p class="schema-faq-answer">Embora algumas pessoas possam ter inclinações naturais para certas soft skills, muitas delas podem ser aprendidas ou melhoradas ao longo do tempo, através de prática, reflexão e experiências, como feedback, formação ou situações reais no trabalho.</p> </div> </div>
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		<title>Investidores: VCs, business angels e outros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 11:56:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não faz muito tempo, uma conhecida empresa distribuidora em Moçambique anunciou a venda pública de mais de três milhões de acções, equivalentes a 10% da sua estrutura accionista. A operação, que decorreria sob supervisão da Bolsa de Valores de Moçambique, tomou de surpresa algumas pessoas pouco habituadas a observar este tipo de transacções dentro do&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Não faz muito tempo, uma conhecida <a href="https://coworklab.net/aceleracao-e-incubacao-de-empresas/">empresa</a> distribuidora em Moçambique anunciou a venda pública de mais de três milhões de acções, equivalentes a 10% da sua estrutura accionista. A operação, que decorreria sob supervisão da Bolsa de Valores de Moçambique, tomou de surpresa algumas pessoas pouco habituadas a observar este tipo de transacções dentro do mercado financeiro moçambicano; no entanto, como noutros mercados globais, este tipo de operações não passa de uma rotina que as empresas, grandes ou pequenas, têm de seguir em determinado momento da sua vida para aumentar o seu capital ou o seu “músculo financeiro”. Na verdade, <strong>qualquer empreendedor que tenha uma ideia de negócio e queira <a href="https://coworklab.net/registo-de-empresas-em-mocambique/">construir uma empresa</a> a partir dessa ideia, precisa normalmente de uma coisa além da crença e a paixão pela sua ideia: capital financeiro</strong>, e consequentemente, em muitos dos casos, de um ou vários <strong>investidores</strong>. Sem ocapital que estes proporcionam e possibilitam, fica muito difícil montar uma empresa e competir no mercado.</p>



<p>O exemplo acima, mostra como as empresas em algum momento necessitam de pessoas que acreditem e que apoiem com financiamento o seu negócio e o disponibilizem para que essas empresas possam avançar, progredir e alcançar as metas estabelecidas. Aliás, para alguns empreendedores, o investimento externo é a única forma de manter viva a sua ideia de negócio. Mas, afinal, o que exactamente são os investidores, como se distinguem e quais são as suas vantagens e desvantagens?</p>



<h2 class="wp-block-heading">Investidores</h2>



<p>Um investidor é um indivíduo ou uma organização que dá dinheiro a outra pessoa ou organização na esperança de ter um retorno sobre o capital investido. Teoricamente, qualquer pessoa pode ser um investidor, mesmo que seja um amigo ou um parente. Desde que alguém invista dinheiro em algo, é um investidor; no entanto fazer um investimento muitas vezes vem acompanhado de uma contrapartida esperada. Dependendo do tipo de investimento efectuado, as contrapartidas podem consistir em participações nos lucros da empresa, direito de tomada de decisão na gestão da empresa, entre outros, e normalmente estão muito bem especificadas no contrato entre as partes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Que diferentes tipos de investidores existem?</strong></h3>



<p>Como vimos, os investidores têm o potencial de servir como o músculo ou a força vital de uma empresa. O investidor certo pode ajudar a catapultar uma startup desde o seu começo até ela se tornar numa empresa de sucesso.</p>



<p>No mercado financeiro das <a href="https://coworklab.net/o-que-sao-as-startups/">startups</a>, existem várias designações para os investidores, que variam de acordo com o tipo de investimento. Estes incluem por exemplo os chamados <strong>business angels</strong>, que acompanham uma empresa no processo de fundação por meio de investimento de capital e/ou outras formas de assistência. Para além deles, há os <strong>venture capitalists</strong>, que investem o chamado capital de risco em uma empresa com potencial de crescimento. Para além destes há os chamados <strong>peer-to-peer</strong>, que podem ser amigos, pessoas próximas ou indivíduos desconhecidos que investem na sua companhia de forma indirecta ou através de plataformas específicas. Seja como for, é importante notar que há distinções entre os tipos de investidores e, para quem está a iniciar-se nos negócios, conhecer as diferenças é fundamental para quando chegar a fase de procura de investimentos ou aumento de capital.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Business angels</strong></h3>



<p>Business angels ou investidores anjo geralmente são <strong><a href="https://coworklab.net/category/empreendedorismo/">empreendedores</a> bem sucedidos que desejam expandir a sua riqueza investindo em projectos nos quais acreditam</strong>, especialmente startups que podem ter dificuldade em aceder a formas mais tradicionais de financiamento. Este investimento é normalmente<strong> na forma de um empréstimo ou uma participação na empresa</strong>, dependendo dos termos. Às vezes, eles também orientam ou aconselham o negócio no qual estão a investir, tendo em conta que muitos deles têm algum conhecimento na área ou no tipo de negócio em que investem. Em alguns casos, esses &#8220;anjos&#8221; fazem um investimento de alto risco na esperança de receber um grande retorno caso a empresa seja comprada por uma empresa ou fundo maior ou for negociada publicamente na bolsa de valores.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>VC’s</strong></h3>



<p>Venture Capitalists normalmente<strong> investem valores mais elevados numa empresa, de modo a garantir uma participação na empresa</strong>. O investimento baseia-se na ideia de que este aumento de capital social aumentará de valor ao longo do tempo e eles receberão um retorno sobre o investimento inicial. Esse tipo de investidor geralmente trabalha com empresas que possuem um plano de negócios sólido e já demonstraram algum grau de sucesso. Para além disso, eles raramente investem em startups consideradas arriscadas. Os empreendedores que optem por esta via devem saber que, ao procurar investimento junto de um venture capitalist, poderão estar a abdicar parcialmente do controlo sobre a empresa, uma vez que os VCs vão certamente querer opinar nas decisões da admnistração. Para este caso, é importante estabelecer um contrato de parceria detalhado que indique os direitos e deveres de cada parte.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Peer-to-peer lending</strong></h3>



<p>O peer-to-peer lending também conhecido como<strong> empréstimo sócial permite que os empreendedores obtenham empréstimos directamente de outros indivíduos,</strong> eliminando as instituições financeiras como intermediárias. Para este tipo de empréstimos, as startups e empreendedores podem por exemplo neste momento criar perfis online para os seus projectos específicos em sites para serem considerados pelos investidores. Os potenciais investidores poderão ter acesso ao histórico de crédito do proponente. Depois de aprovado o investimento, será necessário negociar uma taxa de juros para o investimento com o credor, que geralmente é um particular. É importante entender os termos do empréstimo e evitar atrasos nos pagamentos, uma vez que pode prejudicar futuros empréstimos através destas plataformas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como encontrar investidores?</strong></h3>



<p>Para encontrar o tipo de investidor que precisa, é necessário <strong>estabelecer um <a href="https://coworklab.net/plano-de-negocios-como-fazer/">plano de negócios</a> cuidadosamente elaborado, indicando as informações pertinentes tais como a ideia do negócio, os objectivos e as estratégias para implementá-los, bem como um plano financeiro</strong>. Será igualmente essencial <strong>convencer os investidores a perceber o potencial do mercado que a empresa apresenta</strong>. É importante no mínimo estabelecer um networking ou conhecer as plataformas digitais de investimento e não desistir da busca logo após a primeira rejeição. Por vezes o tipo de investidor a procurar também dependerá da fase em que a sua empresa está. Por exemplo, existem alguns investidores que preferem investir numa fase mais avançada de qualquer empreendimento, sendo que, tipicamente, venture capitalists procuram empresas que tenha já alguma tração no mercado, com um minimo produto viável e um historial de vendas.</p>



<p>A <strong>vantagem de um investidor é que ele traz um certo nível de expertise através de investimentos já realizados e pode até conhecer outros investidores</strong>. Assim, <strong>eles podem não apenas apoiá-lo financeiramente, mas também dar dicas e aconselhá-lo no que diz respeito ao seu negóci</strong>o. Ao contrário de bancos, <strong>geralmente não é preciso pagar juros sobre o capital dos investidores que participam no seu capital social</strong>, o que pode ser mais atraente para as startups, que geralmente não conseguem gerar excedente de tesouraria nos primeiros anos após a sua fundação. Além disso, o <strong>investimento aumenta o património da empresa, o que poderá tornar a empresa mais atractiva para outros investidores</strong>. No entanto, é de realçar que <strong>também existem desvantagens do financiamento do investidor, porque, como já foi dito, o investidor estabelece uma ou mais condições para o seu investimento, que geralmente se materializam na forma de acções da empresa ou participação nos lucros</strong>. Os fundadores, portanto, não são mais os únicos accionistas, o que <strong>pode levar a possíveis conflitos nos processos de tomada de decisão entre o investidor e o fundador</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading">FAQ&#8217;s</h4>



<div class="schema-faq wp-block-yoast-faq-block"><div class="schema-faq-section" id="faq-question-1764071720712"><strong class="schema-faq-question">O que define um “investidor” em startups e empresas emergentes?</strong> <p class="schema-faq-answer">Um investidor é uma pessoa ou organização que injecta capital numa empresa com a expectativa de obter retorno financeiro ou contrapartidas, que podem ser participações nos lucros da empresa, direito de tomada de decisão na gestão da empresa, entre outros direitos especificados.</p> </div> <div class="schema-faq-section" id="faq-question-1764071748677"><strong class="schema-faq-question">Quem são os business angels e qual é o seu papel?</strong> <p class="schema-faq-answer">Business angels ou investidores-anjo geralmente são empreendedores bem-sucedidos que investem seu próprio dinheiro em startups em estágio inicial. Além de capital, muitos também oferecem mentoria, rede de contactos e conselhos estratégicos, graças à sua experiência no mercado.</p> </div> <div class="schema-faq-section" id="faq-question-1764071754927"><strong class="schema-faq-question">O que caracteriza um venture capitalist (VC)?</strong> <p class="schema-faq-answer">VCs são investidores profissionais, como fundos de capital de risco, que investem valores mais altos em empresas com potencial de crescimento. Eles buscam participações relevantes na empresa e normalmente esperam influenciar decisões estratégicas.</p> </div> <div class="schema-faq-section" id="faq-question-1764071767561"><strong class="schema-faq-question">Como funciona o modelo de “peer-to-peer lending” para empreendedores?</strong> <p class="schema-faq-answer">No peer-to-peer lending, um empreendedor pode obter um empréstimo directamente de indivíduos, em vez de bancos, muitas vezes por meio de plataformas online. Os termos do empréstimo, incluindo taxa de juros, são negociados directamente entre o empreendedor e os investidores.</p> </div> <div class="schema-faq-section" id="faq-question-1764071775639"><strong class="schema-faq-question">Quais são os principais prós e contras de atrair investidores externos para uma startup?</strong> <p class="schema-faq-answer">Atrair investidores externos para uma startup traz vantagens importantes, como o acesso a capital para acelerar o crescimento, o apoio de pessoas experientes e a entrada em redes de contactos que podem abrir novas oportunidades e parceiros estratégicos. No entanto, essa decisão também envolve riscos: os fundadores passam a dividir o controlo da empresa, precisam prestar contas com mais rigor e podem surgir conflitos de visão ou de gestão caso os investidores tenham expectativas diferentes sobre o rumo do negócio.</p> </div> </div>
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		<title>Associações empresariais em Moçambique fazem o seu caminho… caminhando</title>
		<link>https://coworklab.net/associacoes-empresariais-em-mocambique/</link>
					<comments>https://coworklab.net/associacoes-empresariais-em-mocambique/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Pedro Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Feb 2024 15:47:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Moçambique]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Negócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A realidade dá razão ao poeta: o caminho faz-se caminhando. E isso é igualmente verdade no universo associativo empresarial moçambicano, dependente dos ciclos económicos, que têm sido aziagos. Oportunidades há, e muitas. Sobretudo para quem conseguir aguentar estrategicamente uma espera de médio/longo prazo para o retorno do investimento.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É uma evidência que, alicerçada periodicamente em diversos inquéritos especializados, o associativismo empresarial está a evoluir pouco a pouco, ao longo dos últimos anos: mais de metade da realidade empresarial do país encontra no panorama das <strong>associações empresariais em Moçambique </strong>pelo menos uma entidade que representa convenientemente os interesses (económicos) que as fazem mover.</p>



<p>Até porque, como o poeta disse e a experiência dos anos mais recentes mostra, o caminho faz-se caminhando. Não perdendo de vista que só empresas fortes conseguem transportar força extra para uma associação empresarial.</p>



<p>Sobretudo na última década, o Governo de Moçambique tem promovido várias medidas que têm procurado simplificar a relação entre as empresas e o Estado. Muitos representantes do tecido empresarial têm abraçado a evolução, e outros têm lançado novos desafios às autoridades oficiais, para que que se incremente o movimento encetado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">CTA encabeça reivindicações das associações empresariais em Moçambique e da classe</h2>



<p>A Confederação das Associações Económicas (CTA), a mais poderosa organização patronal do país (com 140 membros de federações&nbsp;setoriais, câmaras&nbsp;de comércio e associações empresariais em Moçambique, representada em todas as 11 províncias) tem encabeçado a espiral participativa. E, periodicamente, não tem deixado de lançar para a praça pública sugestões para novos avanços no setor.</p>



<p>Como ela, também a Associação de Comércio, Indústria e Serviços (ACIS), que, ao representar cerca de 400 empresas, pugna a favor de um setor empresarial cada vez mais produtivo e competitivo, com contributos significativos para geração de emprego e riqueza, bem como capaz de dinamizar o processo de desenvolvimento económico e social do País.</p>



<p>É público e notório que muitos empresários da nação carecem de mais apoio financeiro e, adicionalmente, ajuda na formulação dos seus projetos de negócio. Um dos desafios é, consequentemente, dar formação adequada à classe, para que saiba utilizar as ferramentas de informação e comunicação, inclusive para entender e dominar os mecanismos que as organizações financeiras internacionais usam para facultar o acesso e utilização dos fundos disponíveis.</p>



<p>E é por isso que, insistentemente, lemos e ouvimos economistas e politólogos da praça asseverarem que são vários os mercados setoriais moçambicanos a apresentarem inúmeras oportunidades. O sucesso delas dependerá, na prática, da própria qualidade dos empresários que neles operem, ou desejem operar, e igualmente, da respetiva capacidade de investimento.</p>



<p><strong>Leia também:</strong> <a href="http://coworklab.net/como-registar-uma-marca/">Como registar uma marca em Moçambique: um passo a passo descomplicado…</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma espera de médio/longo prazos…</h3>



<p><strong>Porquê?</strong></p>



<p>Porque quem investir tem de esperar o devido retorno não antes dos médio e/ou longo prazos – aqueles que permitem ultrapassar a volatilidade dos ciclos económicos do país. Só assim, e nessa altura, se poderá trabalhar para um cenário de associações empresariais em Moçambique fortes.</p>



<p>Só instituições robustas (a todos os níveis), com confiança e capacidade de gestão, conseguem semear e fortalecer bons ambientes de negócios, os únicos que permitem ultrapassar momentos de crise.</p>



<p><strong>Eles estão aí! Uma vez mais.</strong></p>



<p>Por causa do impacto da crise pandémica, o setor empresarial tem estimado perdas de faturação no valor de mais de mil milhões de dólares em 2020, ou seja, sensivelmente cerca de sete por cento do Produto Interno Bruto de Moçambique. Com a agravante da suspensão de aproximadamente 90 mil postos de trabalho &#8211; segundo as contas da associação das associações empresariais em Moçambique (a CTA) &#8211; e do encerramento de centenas de empresas nacionais e estrangeiras.</p>



<p>De mão dada com esta realidade, o problema de insegurança em algumas zonas do país, que faz perigar investimentos económicos internacionais &#8211; que arrastam outros -, veio desferir em 2021 um rude golpe conjuntural e agravar ainda mais as perspetivas (e prospetivas) dos anos vindouros.</p>



<p><strong>Leia também:</strong> <a href="http://coworklab.net/seguranca-no-local-de-trabalho/">Segurança no local de trabalho em tempo de Covid-19: novo contexto trouxe novas oportunidades ao coworking…</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">Futuro das associações empresariais em Moçambique passa pela educação e formação</h3>



<p>Não obstante, Moçambique é um país (com perto de 30 milhões de habitantes) naturalmente rico: possui solos férteis, gás por explorar no subsolo, recursos minerais em quantidade, diversidade e qualidade, fontes de energia natural em abundância, além de uma localização geográfica muito relevante, no que ao comércio externo diz respeito.</p>



<p>Na última década, a nação moçambicana conseguiu uma taxa de crescimento médio anual de cerca de sete por cento – colocada em causa nos últimos tempos também pela crise da dívida e por desastres naturais de gravidade considerável.</p>



<p>Seja como for, e veja-se por que ângulo se quiser, a educação, ou, se quisermos, a construção de uma sociedade do conhecimento, é um dos desafios nucleares da economia moçambicana. Segundo os dados estatísticos disponíveis, 44% da população terá uma idade inferior a 15 anos, o que representa aproximadamente 13 milhões de crianças e jovens em idade escolar, anualmente.</p>



<p>É (também) por isso que o investimento na qualificação e formação dos moçambicanos é um dos desideratos do país. Inclusive porque a industrialização e a digitalização da economia terão de ser acompanhadas de mão de obra qualificada. Aliás, a construção de instituições e associações empresariais em Moçambique fortes passa igualmente por aqui… E pela aposta em planos tecnológicos &#8211; e em importação e desenvolvimento de tecnologia &#8211; que contribuam para a formação da força de trabalho local.</p>



<p>Daí ser expectável que o Banco de Moçambique, os bancos comerciais e as associações empresariais do país trabalhem no reforço da colaboração mútua, no sentido do investimento no aumento da produtividade e na inovação, tal como concluem alguns especialistas que estudam o dossiê, que não só no domínio das associações empresariais em Moçambique.</p>



<p><strong>Leia também:</strong> <a href="http://coworklab.net/produtividade-em-trabalho-remoto/">Produtividade em trabalho remoto: o (alto) desempenho veste casual</a>&#8230;</p>
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		<title>Segurança no local de trabalho em tempo de Covid-19: novo contexto trouxe novas oportunidades ao coworking…</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Feb 2021 15:47:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A experiência forçada de muitos profissionais, colocados em trabalho remoto, está agora a possibilitar aos espaços de coworking tirar dividendos, depois de ultrapassada a ameaça inicial e após um período de adaptação dos espaços à nova realidade.</p>
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<p>Apesar do embate e receios iniciais nos espaços de trabalho partilhado e/ou colaborativo, o contexto de pandemia (iminente ou efetiva) &#8211; que obrigou a renovadas medidas de<strong> segurança no local de trabalho em tempo de Covid-19</strong> &#8211; está a trazer novas oportunidades e, em muitos casos, mais clientes aos espaços de coworking, um pouco por todo o mundo. E em Moçambique também.</p>



<p>Quem o sublinha é Pedro Ferreira, Director Geral da CoWork Lab, empresa que detém sete business centers em Maputo, capital moçambicana, equipados com várias valências funcionais, à altura das exigências mais atuais dos profissionais que procuram escritórios equipados para desenvolver as respetivas atividades.</p>



<p>“A crise mundial de saúde pública provocada pela disseminação do COVID-19 obrigou igualmente Moçambique a tomar medidas (para minimizar e conter a propagação do vírus), que tiveram um profundo impacto no tecido empresarial e, de uma forma geral, na sociedade. Os espaços de coworking também sofreram na pele, mas, depois de um período de adaptação, que nos obrigou a colocar em marcha um plano de contingência, um conjunto de boas práticas e algumas regras específicas, no âmbito da proteção das pessoas em espaços de trabalho, o panorama estabilizou e estamos a sentir que a ameaça trouxe renovadas oportunidades para o nosso setor”, explica o empresário.</p>



<p><strong>Em que medida?</strong></p>



<p>“Os modelos híbridos de trabalho e o próprio teletrabalho, 100% remoto, vieram não só para ficar, como – sentimos &#8211; se encontram robustecidos. São cada vez mais os profissionais que não querem/conseguem transformar as respetivas casas para os requisitos do teletrabalho. E cresce o número de empresas que prefere direcionar antigos ou novos postos de trabalho para espaços exteriores às suas instalações. A própria experiência forçada de muitos, colocados em trabalho remoto, permitiu balanços positivos, daí sentirmos e perspetivarmos um crescimento de atividade dos centros de coworking – que souberam adaptar-se à nova realidade, acolher as pessoas em segurança no local de trabalho em tempo de Covid-19, continuando a promover o networking e a potenciar talento”, fundamenta o responsável da CoWork Lab.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Algumas boas práticas de segurança no local de trabalho em tempo de Covid-19</h2>



<p>Mas, doravante, cada vez mais fundamental para tal consolidação dos espaços de coworking vão ser a preocupação e a preparação das correspondentes instalações no âmbito da proteção das pessoas (profissionais e visitantes) em contexto de trabalho.</p>



<p>E é por isso que, não só baseados no<a href="https://www.ilo.org/wcmsp5/groups/public/---americas/---ro-lima/---ilo-brasilia/documents/publication/wcms_757486.pdf?fbclid=IwAR32NocSk9jUJES1n87-ZXwJisZzcqTrcxykI0c_zBtdnpAoTrIpgeWQJnE" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> guia criado pela OMS – Organização Mundial de Saúde</a>, mas noutros conjuntos de boas práticas, e levando em consideração especificidades comumente sentidas, vários centros de trabalho partilhado e/ou colaborativo adotaram um conjunto de medidas muito práticas.</p>



<p>A primeira aponta logo para o cartão de visita de qualquer empresa, ou seja, o <strong>check-in</strong> (balcão de atendimento). Começa a ser vulgar que, à chegada, além da <strong>desinfeção das mãos </strong>no dispensador de álcool-gel, a previsão de entrada nas instalações seja sequenciada com um <strong>teste de temperatura</strong>.</p>



<p>Vários negócios facultam mesmo <strong>máscaras de proteção </strong>e, inclusive, um <strong>individual</strong> <strong>em papel reciclado</strong> (e para descartar posteriormente a ser usado) – por forma a evitar que mãos e braços toquem em mesas de reuniões e/ou trabalho.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cumprir a nova etiqueta e os limites de ocupação</strong></h3>



<p>A juntar aos avisos sobre a desejável<strong> etiqueta de higiene</strong>, distribuídos por corredores, áreas de reunião e afins, o novo “normal” – aquele que coloca em primeiro lugar a segurança no local de trabalho em tempo de Covid-19 &#8211; ditou rotinas apertadas de<strong> higienização de superfícies </strong>(mesas, paredes, puxadores, equipamentos de uso comum, etc.), e, também um maior distanciamento entre secretárias e divisórias em acrílico, normalmente.</p>



<p>Hoje em dia, é visto com normalidade a indicação de <strong>capacidade e limite máximos dos espaços</strong>, e isso é igualmente verdade para as salas de reunião nos <a href="https://coworklab.net/business-center-em-maputo/">centros de coworking</a>, as quais devem ser limpas assim que acabam de ser utilizadas.</p>



<p>A <strong>renovação de ar </strong>é outra das preocupações a ter em conta. O que implica uma cadência mais apertada na <strong>manutenção e limpeza dos equipamentos de climatização</strong>, e, também, abertura regular de janelas, com o intuito de promover o arejamento. E não só das zonas comuns.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Partilhar e circular sempre com sentido na segurança no local de trabalho em tempo de Covid-19</h3>



<p>Por falar em zonas comuns… Para garantir o distanciamento, as boas práticas aconselham ainda a colocação no chão de indicações sobre os <strong>sentidos de circulação das pessoas</strong>.</p>



<p>A esta dimensão acresce, adicionalmente, e para não se facilitar com segurança no local de trabalho em tempo de Covid-19, <strong>redobrados cuidados na utilização das valências </strong>(copas, cantinas/refeitórios, lounge…)<strong> e equipamentos</strong> utilizados de forma partilhada pelos coworkers: talheres (higienizados e/ou envoltos em película de proteção descartável), tabuleiros, micro-ondas, máquinas de café, refrigeradores, vending e muitos outros.</p>



<p>Daí que muitos espaços de coworking estejam a estabelecer <strong>horários rotativos</strong> para o consumo de alimentos e, nalguns casos, de alguns equipamentos.</p>



<p>É que, convém não esquecer, o novo coronavírus pode sobreviver até 72 horas em superfícies de plástico e aço inoxidável, cerca de 24 horas em papel(ão) e aproximadamente quatro horas em cobre…</p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a href="http://coworklab.net/produtividade-em-trabalho-remoto/">Produtividade em trabalho remoto: o (alto) desempenho veste casual</a>&#8230;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A responsabilidade de um faz a responsabilidade de todos…</strong></h3>



<p>Seja como for, às vezes a utilização de algum senso comum também ajuda. E cabe a cada um de nós uma quota-parte de responsabilidade. É, no fundo, uma questão de atitude, que começa em vermos se temos tudo o que necessitamos no nosso espaço de trabalho, por forma a <strong>otimizá-lo e mantê-lo em segurança</strong>.</p>



<p>Há, inclusive, vários exemplos de <a href="https://coworklab.net/cowork/espaco-de-coworking/">espaços de coworking</a> que passaram as ações de formação que disponibilizam para “live trainning” e, outros, menos, com <strong>ações de responsabilidade social</strong> em marcha, com a criação de fundos comunitários para atender a necessidades momentâneas de coworkers.</p>



<p>A propagação do novo coronavírus obrigou a mudanças drásticas nas rotinas pessoais e profissionais de todos nós e, mais do que nunca, a segurança no local de trabalho em tempo de Covid-19 é fundamental.</p>



<p>E é por isso que <strong>deixamos de ver jornais, revistas, brochuras e demais artigos de leitura</strong> em diversos espaços comuns.</p>



<p>A renovação dos espaços de coworking a que a pandemia obrigou está, na atualidade, a incorporar novas ideias e, inclusivamente, a afetar o design das futuras áreas de trabalho. Ao ponto de alguns arquitetos terem começado a desenhar edifícios de raiz com as novas preocupações e lições em mente. Mas essa revolução ainda agora começou…</p>



<p><strong>LEIA TAMBÉM:</strong> <a href="http://coworklab.net/o-que-e-coworking/">O que é coworking?</a></p>
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